terça-feira, 13 de agosto de 2013
الأميرة من لبنان (keal amir ami Libnen)
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Água
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
VeRde
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Manifesto do Palhaço
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Farol
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Pequena Dançarina
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Dança da Fuga
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Soneto do amor imortal.
Percebendo-te no Sol da alvorada
Se desfazendo em meu triste lamento
Por notar teus olhos em sofrimento.
Sempre importa a natureza da trama
Te confesso, as vezes, por puro desejo
Contemplo teus olhos em mar de chama
No salgado e na dor do teu lampejo.
Me fascina o teu amor desprendido
Fito teus olhos como o de um bezerro
Que espera por assim ser recebido.
Através de ti tudo nasce e mente
Até me arriscando a dizer em erro
Que tudo, morrendo em ti, é semente.
Paulinho Tamer
03/12/2012
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Foco
Luizinho
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Gravura
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Meus olhos dançam contigo
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Menina da Garoa
De repente, os mesmos olhos grandes e convincentes
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Menina de Cinema
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Vai e vem
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Salto ao solstício
domingo, 28 de outubro de 2012
Festa da vida
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Verdade Primeira
Investigo-me a consciência.
Livra-me do amanhecer, noite das dúvidas.
Reforma-me em sons agudos e timbres harmoniosos.
Ah, dúvida dos homens,
Construam homens sem dúvidas.
Questionar-me em minha guerra
É realizar-me de paz e verdade
E encher-me do terror do conhecimento.
Conhecer dá medo,
Mais medo é não conhecer o medo.
Paz ou guerra?
Escolho ambas como minha cama.
Estar em paz por conhecer,
Estar em guerra com o revelado.
E assim me sinto em campo,
Em uma paz em estado permanente
E uma guerra em estado latente.
A guerra dos homens é não conhecer,
A paz do espírito é não conhecer a ignorância,
Apenas a calmaria da verdade.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
A falta da pele
Os versos mentirosos contaram ser a tristeza coisa triste
Mal sabia os poetas charlatões
Que a saudade é tristeza pior que a tristeza
É mal pior que a doença
Me assombras a falta de forma peculiar
Em um aperto no ventre
Em um pensamento pragmático
E um delírio das razões
Benzinho, as noites sem ti nem noite são
Me fazes falta o toque
O olho
A mente
A maneira
E o beijo
As noites sem ti são, no máximo, só noites
Sem tantas alegrias
Com quase nenhuma vontade.
Despidas de desejo
E pobres de festa
A saudade é bactéria
Contamina-me de tristeza
De vontade do que não posso
De saudade das tuas posses
Das tuas ordens
Das tuas vontades fúteis de segurar minha mão
Eu mal consigo pensar
Sou ralo em inspirações
Raso em poesia
És o fermento da minha criatividade
Os versos que componho em pura exaltação do amor
És o amor em si
Por isso amo o amor
És a presença
Por isso não vivo sem está
És meu infinito que busca o seu começo
És um começo já dado, mas que pressente a sua verdadeira largada
Começaste breve, em oito dias
Retumbaste grave em um ano
E reverberarás por toda a minha vida.
sábado, 8 de outubro de 2011
Homem, Mundo
Ah, Deus
Me orgulho dos vastos céus sem azul
Dos mares agitados e sem piedade
Das terras chacoalhantes e indignas
Me orgulham também as flores mansas e inocentes
O asfalto negro e resignado
As arvores que questão nenhuma fazem de se mexer
Assim me regozija a paixão
Sem calma nem paciência
Sem imagem nem decência
Da mesma forma o amor
Paciente e desprendido
Sem avidez nem possessão
Lento e etéreo como os ventos
Somos seres como a natureza
Violentos e pacíficos
Ingratos e agradecidos
Subjugados a dor e a alegria
Eivados por esperança e desespero.